quinta-feira, 31 de maio de 2012

"... o quanto é importante a vida de um ser humano..." (Suely – Umuarama/PR)



“Recebi sim o filme, assisti e realmente vale a pena divulgar, pois é de grande valor e útil para nos sentirmos o quanto é importante a vida de um ser humano...  Obrigado, pelo outro DVD que também é fantástico nos informando sobre a gestação e importância de gerar uma vida.”
(Suely – Umuarama/PR)

terça-feira, 29 de maio de 2012

"... Sim à Vida! Bella, um filme que reflete o amor!" (Lucas Lastoria – Pedreira/SP )


“Deixo aqui minha contribuição e testemunho: "Desde que soube da divulgação do filme Bella fiquei entusiasmado para assistí-lo e também participar de sua divulgação. Assim que minha mãe teve meu irmão, seis anos mais velho que eu, logo contraiu um tumor no útero, e devido tratamentos para não precisar retirá-lo, foi aconselhada pelo médico a não engravidar mais. No entanto, minha mãe engravidou pela segunda vez, assim sendo o médico pediu para que ela não tivesse o filho por correr risco, mas minha mãe, confiante em Deus resoveu prosseguir com a gravidez. Nove meses passados, já não havia mais nada de tumor em seu útero, nasci com 4kg (Muito bem por sinal!), e hoje estou em meu terceiro ano de seminário, e vigésimo primeiro de VIDA à proclamar para o mundo ouvir: Sim à Vida! Bella, um filme que reflete o amor!”
(Lucas Lastoria – Pedreira/SP )

quinta-feira, 24 de maio de 2012

"Um filme interessante..." (Franciscarlo De Souza – Jataizinho/PR)


“Um filme interessante, cheio de detalhes dos quais se precisa ter atenção para compreender. A vida é assim, cheia de detalhes, se não somos sensiveis e atentos aos detalhes ela não nos terá sentido e nem beleza.”
(Franciscarlo De Souza – Jataizinho/PR)

quarta-feira, 23 de maio de 2012

"...aborda a questão da preservação da vida, desde a sua concepção..." (Maria Lúcia – São Paulo/SP)


“Gostei da película, porque ela aborda a questão da preservação da vida, desde a sua concepção, de uma forma muito natural. Não se tratou em nenhum momento da questão religiosa, o que às vezes é meio espinhoso para a sociedade hedonista em que vivemos, e, em especial para os jovens. Assim sendo, creio que ele possa levar a uma reflexão positiva da fragilidade da vida, tanto no aspecto da sua transitoriedade, como na conservação da mesma em seus momentos de maior vulnerabilidade, ou seja, no ventre materno.”
(Maria Lúcia – São Paulo/SP)